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Ajuda aos Bibliotecarios do RS

Prezado(a)s, colegas.

Com o apoio da FEBAB, a ARB inicia uma campanha de arrecadação de fundos de apoio às Pessoas Bibliotecárias afetadas pelas enchentes no Estado do RS.

Neste momento difícil, é a solidariedade que nos fortalece no enfrentamento desse desastre.

DOE pelo Pix: 87.945.754/0001-00

Se você está precisando de ajuda ou conhece quem precisa, contate-nos pelo e-mail: arb@arb.org.br ou pelas redes sociais da ARB no Instagram e Facebook.

Os valores arrecadados serão destinados à reconstrução das vidas e casas dos(as) colegas Bibliotecários(as) do Rio Grande do Sul.

Compartilhem com os seus contatos, agradecemos desde já.

Atenciosamente,Cyntia Wessfll (Presidente)Associação Rio-Grandense de Bibliotecárioswww.arb.org.br(51) 9981-75-981Av. Benjamin Constant, 1468, sala 301, Bairro São João, Porto Alegre, RS.

Sistema Nacional de Biblioteca Escolares – Lei 14.837/2024

LEI Nº 14.837, DE 8 DE ABRIL DE 2024

Altera a Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, que “dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País”, para modificar a definição de biblioteca escolar e criar o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE).

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º A Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 2º Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar o equipamento cultural obrigatório e necessário ao desenvolvimento do processo educativo, cujos objetivos são:

I – disponibilizar e democratizar a informação ao conhecimento e às novas tecnologias, em seus diversos suportes;

II – promover as habilidades, as competências e as atitudes que contribuam para a garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos e alunas, em especial no campo da leitura e da escrita;

III – constituir-se como espaço de recursos educativos indissociavelmente integrado ao processo de ensino-aprendizagem;

IV – apresentar-se como espaço de estudo, de encontro e de lazer, destinado a servir de suporte para a comunidade em suas necessidades e anseios.

Parágrafo único. (Revogado).” (NR)

“Art. 3º Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada no prazo máximo de vigência do Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014.

§ 1º (VETADO).

§ 2º O processo de universalização das bibliotecas escolares de que trata esta Lei será feito mediante a observância do disposto nas Leis nºs 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998, que dispõem sobre o exercício da profissão de bibliotecário.

§ 3º A União, no exercício da função redistributiva e supletiva prevista no § 1º do art. 211 da Constituição Federal, fornecerá assistência técnica e financeira aos entes federativos para o cumprimento dos esforços progressivos de universalização das bibliotecas escolares referidos nocaputdeste artigo, conforme disponibilidade orçamentária.” (NR)

Art. 2º A Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 2º-A:

“Art. 2º-A Fica criado o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE), com as seguintes funções básicas:

I – incentivar a implantação de bibliotecas escolares em todas as instituições de ensino do País;

II – promover a melhoria do funcionamento da atual rede de bibliotecas escolares, para que atuem como centros de ação cultural e educacional permanentes;

III – definir a obrigatoriedade de um acervo mínimo de livros e de materiais de ensino nas bibliotecas escolares, com base no número de alunos efetivamente matriculados em cada unidade escolar e nas especificidades da realidade local;

IV – implementar uma política de acervo para as bibliotecas escolares que contemple ações de ampliação, de guarda, de preservação, de organização e de funcionamento;

V – desenvolver atividades de treinamento e de qualificação de recursos humanos, para o funcionamento adequado das bibliotecas escolares;

VI – integrar todas as bibliotecas escolares do País na rede mundial de computadores e manter atualizado o cadastramento de todas as bibliotecas dos respectivos sistemas de ensino;

VII – proporcionar, obedecida a legislação vigente, a criação e a atualização de acervos, mediante apoio técnico e financeiro da União aos sistemas estaduais e municipais de ensino;

VIII – favorecer a ação dos sistemas estaduais e municipais de ensino, para que os profissionais vinculados às bibliotecas escolares atuem como agentes culturais, em favor do livro e de uma política de leitura nas escolas;

IX – firmar convênios com entidades culturais, com vistas à ampliação do acervo das bibliotecas escolares e à promoção de atividades que contribuam para o desenvolvimento da leitura nas escolas;

X – estabelecer parâmetros mínimos funcionais para a instalação física das bibliotecas no âmbito das escolas, em atenção ao princípio da acessibilidade, a fim de que se constituam espaços inclusivos.

Parágrafo único. Respeitado o princípio federativo, o SNBE atuará para fortalecer os respectivos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.”

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 8 de abril de 2024; 203º da Independência e 136º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Curso de Biblivre

Curso
Uso do Biblivre na biblioteca para o (re)credenciamento do MEC.

O processo de credenciamento e/ou reconhecimento de um curso superior em uma instituição de ensino também depende de uma biblioteca organizada e informatizada. É fundamental mostrar aos avaliadores do MEC a funcionalidade da automação da biblioteca e a facilidade que o Aluno terá no setor. Diante desse ponto importante, elaboramos o curso Uso do Biblivre na biblioteca para o (re)credenciamento do MEC.


Esse curso é totalmente voltado para bibliotecários, terá como objetivo capacitá-los na preparação de bibliotecas que terão visita do MEC. Abordaremos a Catalogação do acervo (teses, dissertações, livros e periódicos) físico ou eletrônico; O cadastramento do usuário e algumas ferramentas usadas na circulação do acervo; Criar e manter o repositório da instituição; Relatórios do acervo e dos usuários e demais práticas para receber uma boa avaliação.


O curso será realizado no dia 02 de março de 2024, das 13:30 as 17:00 horas, pelo Google Meet.

Teremos apenas 40 vagas que serão confirmadas mediante do pagamento do curso (R$30,00).

Garanta sua vaga!

Emitiremos declaração contendo a carga horária do curso e toda descrição do conteúdo, também enviaremos por e-mail o material utilizado e apresentado durante o curso.


O curso terá um rico conteúdo, pois o ministrante é Bibliotecário com experiência em consultoria em bibliotecas públicas e privadas, já foi bibliotecário responsável por alguns credenciamentos de faculdades perante o MEC e auxiliou alguns colegas em outras instituições.

É especialista no Biblivre, software que será usado no curso, e já ministrou diversos cursos na área.

Atualmente, está fazendo mestrado em CI pela UFPB.


Maiores informações, através do e-mail (mpfrodrigues37@gmail.com) ou 83 98804 0898.


Falar com Marcos Rodrigues
http://lattes.cnpq.br/8211774077528001

Transgêneros na Biblioteca

(Traduzido pelo google tradutor)

Nos últimos anos, a comunidade transgénero tem estado sob ataque e ameaçada com a violação dos seus direitos humanos. Desde a lei do banheiro de 2016 até a reversão em 2020 das proteções à saúde dos transgêneros por parte do governo federal, a comunidade trans e seus aliados têm lutado incansavelmente contra o preconceito. 

As bibliotecas devem afirmar e apoiar ativamente a segurança e os direitos das pessoas trans.


Definições

Transgênero: “Um termo genérico para pessoas cuja identidade de gênero e/ou expressão de gênero difere do que é normalmente associado ao sexo que lhes foi atribuído no nascimento. Pessoas sob o guarda-chuva transgênero podem se descrever usando um ou mais de uma ampla variedade de termos – incluindo transgêneros.” ( GLAAD )

Identidade de gênero: “Nosso senso interno e profundamente arraigado de ser masculino, feminino, uma mistura de ambos, nenhum deles ou qualquer outra coisa. A identidade também inclui o nome que usamos para transmitir nosso gênero. A identidade de gênero pode corresponder ou diferir do sexo que nos é atribuído no nascimento. A linguagem que uma pessoa usa para comunicar a sua identidade de género pode evoluir e mudar ao longo do tempo, especialmente à medida que alguém ganha acesso a um vocabulário de género mais amplo.” ( Espectro de gênero )

Transição: “Transição é um termo comumente usado para se referir às etapas que um transgênero, Agênero ou pessoa não binária realiza para encontrar congruência em seu gênero. Mas este termo pode ser enganador, pois implica que a identidade de género da pessoa está a mudar e que há um momento em que isso acontece. Mais tipicamente, é a compreensão dos outros sobre o género da pessoa que muda. O que as pessoas vêem como uma “transição” é na verdade um alinhamento em uma ou mais dimensões do género do indivíduo à medida que procuram congruência entre essas dimensões. Está a ocorrer uma transição, mas muitas vezes são outras pessoas (pais e outros membros da família, profissionais de apoio, empregadores, etc.) que estão a fazer a transição na forma como veem o género do indivíduo, e não a própria pessoa. Para a pessoa, essas mudanças são muitas vezes menos uma transição e mais uma evolução.” ( Gender Spectrum )

Expressão de Gênero: “Este é o nosso gênero “público”. Como apresentamos nosso gênero no mundo e como a sociedade, a cultura, a comunidade e a família percebem, interagem e tentam moldar nosso gênero. A expressão de gênero também está relacionada aos papéis de gênero e como a sociedade utiliza esses papéis para tentar impor a conformidade com as normas de género actuais.” ( Espectro de gênero )

Não binário: “A maioria das pessoas – incluindo a maioria das pessoas transexuais – são homens ou mulheres. Mas algumas pessoas não se enquadram perfeitamente nas categorias de “homem” ou “mulher”, ou “homem” ou “mulher”. Por exemplo, algumas pessoas têm um gênero que combina elementos de ser homem ou mulher, ou um gênero diferente de masculino ou feminino. Algumas pessoas não se identificam com nenhum gênero. O gênero de algumas pessoas muda com o tempo.

Pessoas cujo gênero não é masculino ou feminino usam muitos termos diferentes para se descreverem, sendo não-binário um dos mais comuns. Outros termos incluem gênero queer, agênero, bigênero e muito mais. Nenhum destes termos significa exatamente a mesma coisa – mas todos falam de uma experiência de género que não é simplesmente masculina ou feminina.” ( Centro Nacional para a Igualdade de Transgéneros )

Criando a Biblioteca Transinclusiva: Um Guia Prático

Além das sugestões abaixo, encorajamos você a explorar e contribuir plenamente com este guia, desenvolvido por Brett D. Currier e Tessa White, que cria atividades que os bibliotecários e suas instituições-mãe podem realizar para criar um ambiente mais inclusivo para estudantes trans. , funcionários e clientes. 

Como proteger e apoiar a equipe

Certifique-se de que o RH permita uma linguagem acolhedora para candidatos transgêneros. As perguntas nos formulários solicitando que os funcionários indiquem o gênero não devem incluir o termo “outro”. 

Normalize os membros da equipe que se apresentam com seus pronomes. 

Realize treinamentos EDI estrategicamente. Esses treinamentos não devem ser uma reação a um incidente e não devem ser pontuais. 

Revise as políticas da biblioteca. 

Promova oportunidades de dramatização para que a equipe responda a comentários inadequados. Quanto mais prática houver, melhor a equipe estará preparada para responder perguntas e comentários e, ao mesmo tempo, representar adequadamente a biblioteca. 

Evite usar linguagem de gênero (senhoras e senhores, rapazes, carteiro, etc.)

Considere banheiros neutros em termos de gênero para os funcionários, bem como para conferências na biblioteca. 

Como proteger e apoiar os clientes

Remova perguntas em aplicativos de cartão de biblioteca que perguntem sobre gênero.

Tenha sinalização clara sobre o uso do banheiro.

Normalize usando o pronome “eles” ao falar sobre clientes. Não presuma conhecer os pronomes de alguém. 

Faça parceria com grupos comunitários trans locais para fornecer recursos e hospedar programas.

Livros de destaque com personagens principais transgêneros de autores transgêneros. Esses livros devem incluir livros para todas as idades. 

Preste atenção às necessidades das populações adicionalmente vulneráveis.

Organizações adicionais para explorar

Declarações ALA

Muito obrigado à Rainbow Round Table da ALA pelo seu feedback na criação deste recurso. 

Se você tiver algum comentário ou sugestão, envie um email para diversidade@ala.org . 

Texto original:

https://www.ala.org/advocacy/diversity/librariesrespond/transgender-staff-patrons

Oficina Mediação de Leitura – Porto Alegre – RS

Oficina Brincando e Textualizando: mediação de leitura em bibliotecas escolares

Data: 15 de setembro de 2023.

Horário: das 9h às 17h (com intervalo para almoço).

Carga horária: 8h, com certificado.

Público-alvo: Bibliotecários e estudantes da área da Biblioteconomia, Professores e Educadores.

Local: Instituto Goethe (Rua 24 de Outubro, 112).

Investimento:Associado ARB

Bibliotecários / Bacharéis em Biblioteconomia

R$ 40,00

Técnicos em Biblioteconomia e Estudantes

R$ 30,00Não associado ARB

Bibliotecários / Bacharéis em Biblioteconomia

R$ 50,00

Técnicos em Biblioteconomia e Estudantes

R$ 40,00Haverá coffee break no local. As inscrições são limitadas!

* Estudantes do curso Técnico em Biblioteconomia e Graduação em Biblioteconomia: É necessário enviar comprovante de matrícula atualizado para confirmar a inscrição.

*Caso você não faça parte de nenhuma das categorias: R$60,00.

*Em caso de ausência não haverá ressarcimento do valor da inscrição.

Inscrições: https://forms.gle/Bb6jR4D7XTwTTi6o8

Como escolher Software para Bibliotecas

Uma pergunta recorrente feita pelos bibliotecários, e demais usuários,  nas redes sociais  é:

Qual o melhor software para a minha Biblioteca?

Pela minha experiência não existe uma resposta única, que satisfaça todos os tipos de bibliotecas e acervos pessoais ou empresariais existentes.

Primeiro é preciso responder algumas perguntas para definir o seu perfil:

1. Quer (pode) gastar? Se sim até quanto?
2. Domina informática para instalar e configurar sozinho o software, ou tem equipe para isto na sua instituição?
3. Prefere tirar duvidas, resolver bugs, em um grupo de usuários, ter um suporte do fabricante ou contratar alguém?
4. O sistema é para uso em apenas um computador, em rede ou web?
5. Quais funções e ferramentas você precisa (consulta, controle de empréstimo, relatórios, etiquetas, etc) ?
6. É para uso pessoal ou corporativo?
7. Caso seja corporativo, precisa seguir alguma norma ou requisito tipo os do MEC para bibliotecas universitárias?

É importante entender que softwares livres ou gratuitos também terão custos, seja de instalação, manutenção, ou das pessoas contratadas para instalar e treinar.

Após o levantamento do perfil é que devemos começar a pesquisar softwares, pedir dicas de experiências de colegas, visitar bibliotecas que já utilizam e começar a testar.

Softwares livres e gratuitos normalmente tem suporte apenas em fóruns ou grupos de usuários, isto resultará em respostas mais demoradas e sem um compromisso de solucionar definitivamente a questão, além de terem atualizações e resoluções de bugs mais lentas.

Um software pago pode parecer um desperdício de recursos, mas após uma análise criteriosa, pode em muitos casos ser a melhor solução.

Nelson Oliveira da Silva – CRB 10/854