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Segurança de Dados na Internet

Dica de segurança na internet

É muito comum o oferecimento de conteúdo gratuito na internet: cursos , palestras, ebook, etc.

A pessoa precisa apenas preencher um formulário onde coloca vários dados pessoais

A idéia apresentada na imagem é boa, mas não pode ser utilizada em cursos onde você quer receber um certificado.

Também não quer dizer que seus dados foram vendidos, mas mostrará certamente com quem foi compartilhado.

Normalmente nesses conteúdos online você acaba dando o consentimento para que seus dados sejam utilizados.

É possível também criar um email alternativo para receber este tipo de conteúdo

Não existe nada totalmente grátis na internet.

Se algo é oferecido grátis, o produto a venda é você.

Não Faça E-mail Marketing Assim

Traduzido pelo Google Tradutor

Don´t do email marketing like this

Não faça e-mail marketing assim
Estou planejando ir para o ALA2022 em Washington DC no final de junho (bem, com 90% de certeza). Estou começando a receber e-mails de fornecedores sobre a conferência – principalmente convites para cafés da manhã, eventos privados e lançamentos de produtos. Coisas normais de fornecedores.

Isso é tudo de bom! Mas acabei de receber um e-mail que não foi tão quente. Por que não? Aqui está uma pequena lista de coisas que eles fizeram de errado:

Cabeçalho de assunto de e-mail incorreto. Apenas mencionou a conferência anual… nada mais. Sério – toda a linha de assunto diz isso: “A Conferência Anual da Associação Americana de Bibliotecas”.

Conteúdo de e-mail incorreto.

Era tudo sobre o novo… estande de conferência deste fornecedor! Este sou eu, não me importando com aquele estande novo e chique.


Mensagem de vídeo ruim.

Finalmente, no final do e-mail, há um vídeo incorporado – uma mensagem de alguém de vendas, eu acho (eles não dizem quem ele é – eles apenas mencionam seu nome).

No vídeo curto, o vendedor me lembra que:

1. haverá uma conferência em breve (sim, eu sei disso),

2. haverá muitos fornecedores lá (sim, eu também sei disso) e

3. eles tem um estande novo!
Ok – bom para eles por tentarem fazer um bom email marketing e por me convidarem para encontrá-los na conferência.

No entanto, acho que este fornecedor poderia ter feito um trabalho melhor! Realmente facilmente!

Algumas coisas que eles poderiam fazer diferente da próxima vez incluem:

Não me lembre que há uma conferência. Eu sei. Tenho certeza de que eles receberam a lista de e-mail da ALA (minha biblioteca não é cliente deles).


Altere a linha de assunto do e-mail para algo um pouco mais cativante e/ou útil.

Algo como “3 razões para nos visitar na ALA!” Ou “estamos empolgados em vê-lo em DC! Aqui está o porquê!”
Não mencione o novo estande. Hum, pessoal. Estou feliz que você está animado com esse novo estande divertido.

Mas adivinhem? Seus clientes não são. Eles estão realmente interessados ​​em seus novos produtos, atualizações, inovações etc.

E como esse novo produto pode ajudar a atingir seus objetivos. Você sabe… coisas assim.

O estande é algo com o qual sua equipe de vendas provavelmente está muito empolgada, mas não é algo que seus clientes notarão.

Em vez disso, dê-me algumas razões sólidas para visitar seu estande: coisas como … Novos produtos! Um desconto! Uma camiseta grátis (ei, eu usaria no dia de cortar a grama).

Então, quando eu estiver lá… não mencione o estande.


Mensagem de vídeo curta – ótima ideia! Faça um pouco de edição (poderia ter sido mais rápido facilmente).

E me conte sobre suas coisas novas (não sobre o estande). Ou até mesmo suas coisas antigas que ainda funcionam.


Mais importante ainda, esta empresa deve repensar suas razões pelas quais eu deveria visitar seu estande. Se a razão mais empolgante centrada no cliente para visitar seu estande é que você tem um estande novo… você provavelmente está perdendo tempo no salão de exposições.

Tenho certeza de que você pode encontrar vários motivos melhores para visitar seu estande com bons 10 minutos de brainstorming.

Então, da próxima vez, faça esse brainstorming e concentre-se nessas coisas.

David Lee King

Evento Gestão Documental e Marketing

Gestão Documental e o Marketing Digital, como explorar as redes sociais para ter mais oportunidades nos serviços de gestão de documentos? 
 
Se você se interessa pelo assunto, não pode perder hoje o 2º Seminário da Escola de Negócios de Gestão de Documentos e Informações. 
 
Estaremos ao vivo às 19 horas com Lucas Fernandes, da Escola de Negócios GDI e Lucineia Silva do Insta Clique Documental
 
Tema: Gestão Documental e o Marketing Digital, como explorar as redes sociais para ter mais oportunidades
Data: 13 de maio de 2021 às 19 horas.
 
▶️ Link do youtube para divulgação: https://www.youtube.com/watch?v=2NghWHqWuRM
 
Aguardamos vocês!!!
 
Clique no link abaixo e Assista Gratuitamente hoje, 13.05.2021 às 19h07

Seja um produtor de conteúdo

Seja um produtor de conteúdo

O mundo hoje valoriza o produtor de conteúdo, não importa se o que você faz é uma dancinha para um aplicativo de rede social, um vídeo, uma imagem ou um livro técnico.

Antigamente toda a produção artística ou intelectual precisava de um mecenas, alguém que financiasse o autor, pois os meios de produção eram raros e caros. Na idade média apenas os reis, nobres ou os muito ricos podiam bancar os custos, além é claro do público que apreciava e poderia pagar pela arte ser muito reduzido.

Hoje em dia um pintor como Van Gogh certamente teria feito sucesso em vida, pois existem vários formas para se divulgar que facilmente atingem milhões de pessoas.

A internet barateou o processo de produção e as formas de encontrar um público disposto a te financiar, pois os centavos recebidos de cada click ou visualização multiplicados por milhões de vezes, sempre garante uma boa renda.

O mais importante depois de achar uma arte, técnica ou temática do nosso interesse, é produzir com constância, pois o algoritmo que controla o seu sucesso na internet sempre dá prioridade na divulgação orgânica para aquele que produz regularmente.

Outro ponto importante é interagir com o seu público, é claro que quando você consegue milhões de seguidores fica impossível, mas para crescer isto é necessário responder cada comentário e agradecer cada novo seguidor, mesmo aqueles que já conseguiram o sucesso, sempre selecionam algum tempo para interagir com seu público.

O sucesso não é algo garantido, pois praticamente todo mundo produz algo, mas se o seu objetivo for produzir sobre algo que lhe dá prazer ou sentido para a sua vida é muito provável que encontre outras pessoas que valorizem o seu trabalho e você poderá ser recompensado com seguidores e as vezes até com uma recompensa financeira.

Então perca a timidez e comece a produzir.

Porque a Biblioteca não viraliza?

Porque a Biblioteca não viraliza?

Ouço sempre falar da importância da biblioteca e do bibliotecário, mas normalmente isto é falado por alguém que trabalha na área.

O livro deixou de ser a principal fonte de informação, as pessoas hoje acreditam mais em uma mensagem de Whatsapp.

Não conseguimos nos tornar necessários, quem avalia uma escola, Universidade, cidade, empresa pela sua biblioteca ou como da acesso à informação?

A mais de 30 anos se fala da importância do marketing na biblioteconomia, mas hoje em dia não conheço perfil ou canal sobre biblioteconomia, ou de quem se declare bibliotecário, com mais de 50 mil seguidores.

Normalmente o que viraliza sobre a nossa área são memes e piadas, uma biblioteca muito tecnológica, um relato sobre a crise do livro ou uma biblioteca criada na periferia por alguém quase analfabeto.

Esta incapacidade de se divulgar se reflete na falta de empregos e concursos.

Existem centenas de perfis e sites sobre a nossa área, mas fico sempre com a dúvida:

O problema está no marketing ou realmente estamos obsoletos?

A imagem do bibliotecário

A IMAGEM DO BIBLIOTECÁRIO

A imagem de uma profissão é formada através de vários fatores que compõem o seu esteriótipo:

  • Como a profissão é mostrada na literatura, cinema, televisão;
  • O exemplo de profissionais destacados ( e dos maus também);
  • O marketing pessoal de cada profissional.

Somos cerca de 30.000 bibliotecários no Brasil, a grande maioria trabalha apenas como empregado ou servidor público.

Em todo o Brasil temos menos de 200 empresas registradas nos CRBs atuando na área das bibliotecas e documentação, e muitas não tem bibliotecários como proprietários ou sócios.

Apesar de sermos definidos por lei como Profissionais Liberais, o que vemos são colegas procurando apenas EMPREGO e estudando para CONCURSOS PÚBLICOS.

A presença do bibliotecário pode ser percebida na INTERNET, existem milhares de blogs, sites, perfis em rede sociais (instagram, linkedin, facebook, etc.) de bibliotecários, mas a maioria tem apenas a finalidade informativa e de troca de experiencias, poucos utilizam estas ferramentas para vender seus serviços.

Um tema muito comum nas listas de discussão é : “O quanto cobro por este trabalho?”, pois não sabemos definir o valor/hora e determinar preço.

O Bibliotecário não é reconhecido pelo MERCADO, pois não VENDE a sua força de trabalho, não investe em seu MARKETING PESSOAL e PROFISSIONAL.

Quem possui pelo menos um cartão pessoal divulgando seus serviços, com telefone e e-mail para contato?

Quem se considera uma EMPRESA DE UMA PESSOA SÓ (mesmo que não tenha ainda formalizado uma empresa) e age como uma EMPRESA: identificando MERCADO ALVO e trabalhando em ações específicas para conquistar uma fatia do mercado? Divulgando seus produtos ou serviços?

É preciso entender que a imagem do Bibliotecário só irá mudar quando houver atitudes individuais e de classe.

As Associações precisam ser fortalecidas e os eventos devem ser dirigidos para a sociedade, públicos somente de bibliotecários não produzem mudanças na nossa imagem.

A imagem do bibliotecário só irá mudar quando tomarmos a iniciativa de reconstrução, nas adianta colocar a “culpa” nos outros, a mudança só ocorre quando existe o empenho individual e coletivo.

A imagem do bibliotecário

A IMAGEM DO BIBLIOTECÁRIO

A imagem de uma profissão é formada através de vários fatores que compõem o seu esteriótipo:

– Como a profissão é mostrada na literatura, cinema, televisão;

– O exemplo de profissionais destacados ( e dos maus também);

– O marketing pessoal do profissional.

Somos cerca de 30.000 bibliotecários no Brasil, a grande maioria trabalhando como empregado.

Em todo o Brasil temos menos de 200 empresas registradas nos CRBs atuando na área das bibliotecas e documentação.

Nas minhas viagens pelo Brasil, e “navegando”, sempre consulto jornais e publicações e raramente encontro um anuncio de profissional BIBLIOTECÁRIO.

Apesar de sermos definidos pela legislação como Profissionais Liberais, o que vemos são colegas procurando apenas EMPREGO e estudando para CONCURSOS PÚBLICOS.

A presença do profissional pode ser detectada na INTERNET, existem milhares de blogs, sites, perfis em rede sociais (instagram, linkedin, facebook, etc.) de bibliotecários, mas a maioria tem apenas a finalidade informativa e de troca de experiencias, poucos utilizam estas ferramentas para vender seus serviços.

Um tema muito comum nas listas de discussão é : “O quanto cobro por este trabalho?”, pois não sabemos definir o valor/hora e determinar preço.

O Bibliotecário não é reconhecido pelo MERCADO, pois não VENDE a sua força de trabalho, não investe no seu MARKETING PESSOAL.

Quem possui pelo menos um cartão pessoal divulgando seus serviços, com telefone e e-mail para contato?

Quem se considera uma EMPRESA DE UMA PESSOA SÓ (mesmo que não tenha ainda formalizado uma empresa) e age como uma EMPRESA identificando MERCADO ALVO e trabalhando em ações específicas para conquistar uma fatia do mercado? Se divulgando?

É preciso entender que a imagem do Bibliotecário só irá mudar quando houver atitudes individuais e de classe

As Associações precisam ser fortalecidas e os eventos devem ser dirigidos para a sociedade, públicos somente com bibliotecários não produzem mudanças na nossa imagem.

A imagem do bibliotecário só irá mudar quando tomarmos a iniciativa de reconstrução, nas adianta colocar a “culpa” nos outros, a mudança só ocorre quando existe o empenho individual


Por que a Biblioteconomia não é popular?

Por que a Biblioteconomia não é popular?

Costumo acompanhar com atenção tudo o que é publicado sobre biblioteconomia e bibliotecas nas mídias e redes sociais.

Percebo que na maioria das vezes o tom é negativo ou desanimador, como na novela “O guardião” onde a professora é convidada a assumir o cargo de bibliotecária, ou o ladrão de livros raros que já virou filme.

Gostaria de achar um perfil nas redes sociais, feito por bibliotecário, que tivesse mais de 100 mil seguidores, seria um indicativo de atingir um publico maior que os próprios bibliotecários.

Existem vários canais, perfis, sites, blogs, feitos por bibliotecários. A maioria não dura mais que 2 anos, produz pouco e não consegue crescer.

Esta dificuldade de ser “popular” reflete no desconhecimento da profissão, na sua pouca valorização, baixos salários, poucas ofertas de emprego e desemprego alto.

O famoso “Biblio o que?” ainda é um realidade e deixa claro que profissionais, universidades e entidades representativas não conseguiram criar formas eficientes de divulgação para a sociedade em geral.

O marketing pessoal, profissional é algo que precisa de um trabalho bem planejado e feito em conjunto.

Acredito que a solução estaria no fortalecimento das Associações que poderiam focar em ações para o público externo, não adianta continuarmos fazendo somente congressos, seminários onde o público é composto 99% por bibliotecários.

A sociedade e as empresas só irão descobrir a nossa importância se formos capazes de divulgar as boas realizações e as áreas onde a nossa atuação pode impactar positivamente.