A polêmica das editoras “predatórias”

A Polêmica das editoras “predatórias”

No meio acadêmico esta sendo muito discutido se vale a pena publicar a sua tese de doutorado ou mestrado em uma editora “sem renome” ou mesmo fazer uma edição de autor.

Nos editais dos concursos, na parte dos títulos, a pontuação para publicações normalmente cita apenas livros, sem apresentar critérios de qualidade sobre a publicação. Para artigos publicados em periodicos é comum levar em consideracão o Qualis da revista.

A Capes possui um QUALIS para livros, mas são avaliados apenas a cada quatro anos, em algumas áreas do conhecimento, por especialistas convidados apenas os livros enviados para análise.



A avaliação vai de L1 a L4 (a mais alta), e são considerados na avaliação a existência de um corpo editorial qualificado, se a escolha foi feita por pares , se a editora possui uma linha editorial ou catalogo relacionados a área do livro.

Para ser considerado Livro, segundo a CAPES é preciso: possuir ISBN, Ficha Catalográfica, um mínimo de 50 paginas. Possuir um indice remissivo garante mais alguns pontos na avaliação.

As edições de autor, ou por editoras pequenas não inviabilizam a obtenção de pontos em provas de títulos, mas para bancas mais exigentes, que se baseiem nos critérios do QUALIS para livros, a pontuação será reduzida.

É claro que editoras de renome, com boa estrutura de divulgação e promoção, irão garantir uma maior visibilidade e prestígio à publicação.

Para escolher a melhor opção é preciso ter bem claro qual o objetivo se pretende atingir.

Para ajudar na sua decisão consulte um bibliotecário

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